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terça-feira, 21 de maio de 2013

O quê é um retorno?

RETORNO

Entre os anjos da Morte existem graus de distinto esplendor e hierarquia, porém todos eles dependem das supremas ordens do terceiro aspecto da Prakriti, a Mãe-Espaço, a bendita Deusa Mãe-Morte, Hékate, Proserpina, Coatlicue, Kali, etc. Estes Ministros da Morte, em sua figura espectral, esquelética, com suas foices na mão direita e revestidos com seus trajes funerais, têm realmente uma aparência terrivelmente divina.
Os anjos da Morte cortam o fio da vida em seu dia e em sua hora, de acordo com a sábia Lei do destino. Na fossa sepulcral, vão parar o corpo físico e a personalidade. Esta última se desintegra muito lentamente e, nem sempre, permanece dentro do sepulcro; costuma vagar por todo o cemitério ou panteão.
Muito se fala na literatura pseudo-ocultista sobre o corpo vital ou lingam sarira, o assento da vida orgânica, sem o qual seria impossível a existência do corpo físico, porém esse fundo vital não é a personalidade. O corpo vital se desintegra pouco a pouco, conforme o cadáver vai se desintegrando. A personalidade perambula pelo panteão e sua dissolução é mais lenta que a do corpo vital. Aqueles que afirmam que a personalidade se reencarna, mentem lamentavelmente, porque a personalidade é filha de seu tempo, nasce em seu tempo e morre em seu tempo, e não existe nenhum amanhã para a personalidade do defunto. Aquilo que continua mais além da morte é o ego vestido com seus corpos lunares.
Aquilo que não morre é a Essência, o Buddhata, a alma, porém desafortunadamente, engarrafada dentro do ego. A visão retrospectiva da vida que acaba de passar tem como único objetivo fazer um inventário da existência que terminou, para saber o que temos e o que nos falta.
O julgamento ante os tribunais do Karma, depois do inventário, é o resultado exato da existência finalizada. Nos antigos tempos, quase todas as almas se liberavam de entre o ego temporariamente, para passar suas férias nos reinos inefáveis dos mundos moleculares e eletrônicos e, depois, regressavam, como o gênio da garrafa, à própria garrafa, para se reincorporarem neste vale de lágrimas.
 Por estes tempos de angústia e perversidade, já quase não há férias nos mundos superiores, agora, os desencarnados ingressam nos mundo infernais ou retornam, imediatamente, a este vale de lágrimas, para terminarem, quanto antes, seu ciclo de vidas sucessivas.
 Na literatura pseudo-ocultista, afirma-se, equivocadamente, que a todo ser humano se consignam milhões de vidas até lograr a perfeição, porém esse conceito é falso, porque a cada ser humano só se dá um número determinado de existências, de acordo com a Lei de número, medida e peso. Realmente, apenas se consignam cento e oito vidas a cada ser humano, essas são as cento e oito contas do colar de Buda. Os brâmanes simbolizam o ciclo de vidas sucessivas com o ritual da Vaca Sagrada, dando cento e oito voltas litúrgicas ao redor da Vaca, e rezam, com o colar de cento e oito contas, as palavras mágicas ON MANI PADME JUM. As almas que terminam seu ciclo de existência sem ter alcançado o estado angélico, ingressam nos mundos infernais. Por estes tempos, depois do julgamento final de 1950, já quase todas as almas cumpriram seu ciclo de existências ou estão para cumpri-lo.
 Agora, os desencarnados estão ingressando em ondas nos mundos infernais, porque os tempos estão vencidos. Muito se fala, em literatura pseudo-ocultista, sobre a lei da reencarnação, porém realmente esta é somente para os indivíduos sagrados. Reencarnação implica em uma individualidade reencarnante e, se tal individualidade não existe, então, não há tal reencarnação. Ainda que os textos pseudo-ocultistas afirmem que o animal intelectual já alcançou a individualidade, este conceito é tão falso como aquele outro que assegura que o ser humano já possui os autênticos veículos solares: astral, mental e causal. O ego é um conjunto de entidades distintas, diversas, que nem sequer se conhecem entre si; isso não é individualidade e dizer que essas entidades se reencarnam resulta absurdo. Melhor é dizer que o eu pluralizado regressa, se reincorpora, retorna a este vale de lágrimas. O ego continua em nossos descendentes.
A agonia de um homem é idêntica ao êxtase de sua concepção. A morte e a concepção se encontram intimamente unidas e formam um todo único. A senda da vida está formada pelas pegadas dos cascos do cavalo da morte. Morte e concepção são uma; morte e julgamento são uno; julgamento e concepção são uno; morte, julgamento e concepção são uno. Ao regressarmos a um novo veículo físico, a lei do karma entra em ação, pois não existe efeito sem causa nem causa sem efeito. O desenho psicológico do agonizante entra com o zoosperma no ovo, no instante da concepção. A desintegração dos elementos do antigo corpo origina uma vibração que passa invisível através do tempo e do espaço. Esta vibração porta o desenho do homem que agonizou, assim como a onda de uma estação transmissora de televisão leva a imagem invisível do artista que atua e que, recebida em um aparelho apropriado, se faz visível a muitas centenas e milhares de quilômetros do lugar onde realmente se encontra. O ovo fecundado é o órgão de recepção para o desenho psicológico do homem que agoniza. Os anjos da vida encarregam-se de conectar o cordão de prata com o zoosperma fecundante. Muitos milhões de zoospermas escapam-se no instante da cópula, mas só um deles gozará do poder suficiente para penetrar no óvulo, a fim de realizar a concepção. Esta força muito especial não é produto de um acaso. Aquilo que acontece é que é impelida de dentro na sua energia íntima, pelo Anjo da Vida, que, em tais instantes, realiza a conexão da Essência que regressa. A Essência fica, pois, conectada com a célula germinal por meio do cordão de prata e tal célula divide-se em duas e as duas em quatro e as quatro em oito e assim sucessivamente, para o processo de gestação fetal. E claro que a energia sexual se transforma de fato no agente básico de uma tal multiplicação celular. Isto significa que o fenômeno da mitose não poderia realizar-se de maneira nenhuma sem a presença da energia criadora. O desencarnado, aquele que se prepara para tomar um novo corpo físico, não penetra no feto e apenas vem a reincorporar-se no momento em que a criatura nasce, no momento preciso em que ela realiza a sua primeira inalação. É muito interessante que, com a derradeira exalação do moribundo, ocorra a desencarnação e que, com a primeira inalação, se reingresse num novo corpo físico.
 É totalmente absurdo afirmar-se que cada um de nós escolhe voluntariamente o lugar onde deve renascer. A realidade é muito diferente. São precisamente os Senhores da Lei, os agentes do karma, que selecionam para nós o sítio exato, o lar, a família, a nação, onde devemos reincorporar-nos. Se o “ego” pudesse escolher o sítio, família, etc., para a sua nova reincorporação, os ambiciosos, os orgulhosos, os avarentos, os cobiçosos, procurariam os palácios e as casas dos milionários, as mansões ricas, os leitos de rosas e de plumas e o mundo seria todo ele riqueza e suntuosidade, não haveria pobres, não existiriam a dor nem a amargura, ninguém pagaria karma, todos poderíamos cometer os maiores delitos sem que a justiça celestial nos atingisse, etc. A crua realidade dos fatos é que o “ego” não tem o direito de escolher o lugar ou a família onde deve nascer. Cada um de nós tem de pagar o que deve. Está escrito que quem semeia raios colherá tempestades. Lei é lei e lei é para se cumprir. O incessante retorno de todas as coisas é uma lei da vida, fato que podemos verificar de instante a instante e de momento a momento. Todos os anos a Terra retorna ao seu ponto de partida original e celebramos então o Ano Novo. Os astros retornam ao seu ponto de partida original, os átomos, dentro da molécula, retornam ao ponto inicial. Os dias retornam, as noites retornam, as quatro estações, primavera, verão, outono e inverno, retornam, assim como os ciclos, kalpas, yugas e Mahamvantaras.
 A lei do eterno retorno é, pois, qualquer coisa de indiscutível, de irrefutável.
Depois da morte, as distintas entidades que constituem o ego vão e vêm pela região molecular, porém nem todas essas entidades retornam a uma nova matriz humana; algumas dessas entidades ingressam no submundo, outras entram em matrizes inferiores do Reino Animal irracional, outras ingressam no Reino Vegetal, e, por último, outras, vestidas com os corpos lunares, continuam em nossos descendentes. Pitágoras repreendeu, em certa ocasião, um discípulo que quis dar de patadas em um cachorro que uivava, dizendo-lhe: “Não batas nesse cachorro, porque em seu lastimoso latido reconheci um amigo que morreu há algum tempo”. Esta é a sábia Lei da Metempsicose tão odiada pelos fanáticos do dogma da evolução. Em frações também se ingressa nos mundos infernais. Muitas pessoas que vivem atualmente no mundo físico já possuem parte de si mesmas nos mundos infernais. Dante encontrou esses condenados à segunda morte entre o símbolo que lhes corresponde no abismo, que é o sepulcro e, como essas lousas estavam levantadas, perguntou a seu Mestre o porquê disto, e Virgílio, o poeta de Mantua, lhe respondeu: “Todos ficarão encerrados quando voltarem de Josafat as almas com os corpos que deixaram lá em cima”. São Josafat é o Buda e o Vale de Josafat é este mundo do Samsara.
 O juízo final já foi feito, os egos, em sua totalidade, estão entrando nos mundos infernais e, assim, se fecham os simbólicos sepulcros de Dante. O objetivo final dos mundos infernais é destruir o ego e os corpos lunares, para que a alma se libere pela porta da segunda morte. Os sofrimentos das almas fracassadas, nos mundos infernais estão simbolicamente escritos por Dante na Divina Comédia.

 A segunda morte é necessária para que as almas fracassadas regressem ao caos primitivo, original, de onde devem recomeçar a jornada, passando pelas evoluções minerais, vegetais e animais, até alcançarem novamente o estado humano. 

 BIBLIOGRAFIA

   V. M. Samael Aun Weor: Os Corpos Solares.
   V.   M.  Samael   Aun Weor:  Sim   Há   Inferno,   Sim   Há   Diabo,   Sim   Há   Karma,  Edições
Gnósticas, Portugal, 1996.
   V. M. Samael Aun Weor: Curso Zodiacal, Edições Gnósticas “ Samael Aun Weor”,
México, D.F.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mistérios da Morte


Após a morte duas coisas vão ao sepulcro: a primeira é o corpo físico, a segunda é a personalidade

O CORPO VITAL

No organismo humano, existe um corpo termoelétrico magnético. Este é o Corpo Vital.
Dito corpo é o assento da vida orgânica. Nenhum organismo poderia viver sem o Corpo Vital. Cada átomo do Corpo Vital penetra dentro de cada átomo do corpo físico para fazê- lo  vibrar  intensamente.  Todos  os  fenômenos  químicos,  fisiológicos  e  biológicos,  todo fenômeno de percepção, todo processo metabólico, toda ação das calorias, etc., têm sua base no corpo vital.

Este corpo é, realmente, a seção superior do corpo físico, o corpo tetradimensional. No último instante da vida, dito corpo escapa do organismo físico. O Corpo Vital não entra no sepulcro.  O  Corpo  Vital  flutua  perto  do  sepulcro,  e  vai  se  desintegrando  lentamente conforme  o  cadáver  vai  se  desintegrando.  Ao  sepulcro,  só  entram  o  cadáver  e  a personalidade do falecido.

O corpo vital tem mais realidade que o corpo físico. Sabemos muito bem, que, a cada sete  anos,  muda  totalmente  o  corpo  físico,  e  não  fica  nem  um  só  átomo  antigo  em  dito corpo. Porém, o Corpo Vital não muda. Em dito corpo, estão contidos todos os átomos da infância,  adolescência,  juventude,  maturidade,  velhice  e decrepitude. O corpo físico pertence ao mundo de três dimensões. O Corpo Vital é o corpo da quarta dimensão.


A QUINTA DIMENSÃO

Os  fantasmas  dos  falecidos  vivem  na  quinta  dimensão,  esta  é  a  eternidade.

Comprimento, largura e altura formam as três dimensões do mundo celular. O tempo é a quarta dimensão; a eternidade, a quinta dimensão; e aquilo que está além da eternidade e do tempo, corresponde à sexta dimensão.

Realmente,  a  liberação  começa  na  sexta  dimensão.  O  mundo  do  Espírito  Divino  é  o mundo  eletrônico,  o  mundo  da  sexta dimensão.  Todo  aquele  que  morre  entra  na  quinta dimensão. A eternidade se abre para devorar os falecidos, logo, os expulsa de seu seio para  retorná-los  ao  mundo  do  tempo  e  da  forma física. Os  falecidos  são  expulsos  da eternidade  porque  ainda  não possuem  o  Ser.  Só  quem  possui  o  Ser  pode  viver  na eternidade. O Ser é o Íntimo, o Espírito.

É  necessário  trabalhar  primeiro  com  a  matéria  molecular  para fabricar  Alma;  logo, refinar  a  energia  desta  Alma  a  um  grau mais  alto,  para  fabricar  Espírito.  Terá  que transmutar  a  matéria molecular  em  eletrônica,  e  fundir  o  átomo,  para  liberar  o  fogo sagrado que nos converte em espíritos divinos.


BIBLIOGRAFIA

V. M. Samael Aun Weor:  El Libro de los Muertos.
V.  M.  Samael  Aun  Weor:  Logos,  Mantra  e  Teurgia  Tratado  Esotérico  de  Teurgia.

sábado, 19 de maio de 2012

REGIÃO CELULAR, MOLECULAR E ELETRÔNICA

A REGIÃO CELULAR

O retorno da essência humana começa pela concepção. É maravilhoso o trio que inicia nossa vida: concepção, gestação, nascimento. Resulta assombroso pensar que o homem começa  como  uma  célula,  sujeito  ao  veloz  tempo  das  células  e  vivendo  no  mundo  das células. É extraordinário saber que, depois de uns oitenta anos, termina sua vida humana, sobrecarregado  de  lembranças.  Os  processos  internos  que  iniciam  a  concepção  são tremendamente  velozes,  mas,  conforme  transcorre  o  tempo,  este  último  vai  se  tornando mais lento. Todos os processos orgânicos se fazem mais lentos.

Realmente, existe a relatividade do tempo. A gestação humana dura 10 meses lunares; a  infância  100  meses  lunares;  a  vida,  mais  ou  menos,  1000  meses  lunares.  O  rastro eletromagnético  que  deixa  a  vida  de  um  homem  no  instante  da  morte,  é  impresso fortemente  na  concepção  do  feto.  A  senda  da  vida  está  formada  com  os  rastros  dos cascos do cavalo da morte. Morte, julgamento e concepção constituem um trio perfeito.

"No  momento  da  morte  -  diz  uma  doutrina  tibetana  -  os  quatro  sons  chamados  sons que  inspiram  terror  sagrado,  escutam-se  assim:  o  da  força  vital  do  elemento  terra,  um som como o desmoronamento de uma montanha; o da força vital do elemento água, um som como o das ondas do oceano; o da força vital do elemento fogo, um som como o do incêndio  de  uma  selva;  o  da  força  vital  do  elemento  ar,  um  som  como  o  de  mil trovões reverberando simultaneamente. O lugar onde alguém se refugia, fugindo destes ruídos, é a matriz".

Quando  o  zoosperma  se  une  com  o  óvulo,  começa  a  gestação.  A  célula  com  a  qual começa  a  vida  humana,  contém  48  cromossomos.  Isto  nos  fala  claro  das  48  leis  que regem o organismo humano. Existem 48 controles que regulam o organismo humano. Os cromossomos  se  dividem  em  gens;  uma  centena,  ou  algo  mais,  constituem  um cromossomo. A total constituição do organismo humano está determinada pelos gens.

Os gens são muito difíceis de estudar porque estão constituídos por poucas moléculas; vibram rapidamente e devem constituir uma zona intermediária entre o mundo molecular e o  mundo  celular.  Estes  gens  se  movem  e  se  combinam  sob  as  ondas  radioativas  que emite o moribundo nos últimos instantes. Assim, o novo corpo físico é o resultado exato de nosso passado retorno, é o fiel instrumento de nosso Karma.

A  vida  de  cada  ser  humano, no mundo físico,  é uma  repetição da  passada  vida mais suas conseqüências  boas  e  más.  O  tempo  é  redondo  e  os  acontecimentos  se  repetem, cada qual em seu dia e em sua hora. Essa é a Lei da Recorrência. Tudo volta a ocorrer tal e  como  aconteceu,  mais  suas  conseqüências  tanto  boas  como  más.  Essa  é  a  Lei  do Karma, a lei de ação e conseqüência.

Realmente, a repetição automática de feitos tem por objetivo nos fazer conscientes de nossos próprios erros, essa é a lei.  Desgraçadamente,  já  nada  podemos fazer.  Tudo  se repete em seu tempo e em sua hora conforme giram os ponteiros do relógio. Para mudar as  circunstâncias  externas,  temos  nós  que,  primeiro,  mudar internamente. Só  podemos mudar  internamente  fabricando  Alma  e  Espírito,  quer  dizer,  possuindo  o  Ser.  Só  o  Ser pode  fazer.  Só  o  Ser  pode  mudar  todas  as  coisas.  Quem  quiser  possuir  o  Ser  tem  que transmutar  suas  energias  sexuais,  volitivas,  emocionais,  mentais,  passionais,  motrizes, sentimentais,  etc.  Temos  que  transmutar  os  metais  vis,  quer  dizer,  nossos  defeitos,  no ouro  mais  puro  do  Espírito.  Só  assim,  possuiremos  Alma  e  Espírito.  É  necessário  que morra  o  "eu"  pluralizado.  É  urgente  que  nasça,  dentro  de  nós,  o  Ser.  A  vida,  no  mundo celular,  é  uma tremenda  repetição de eventos,  e  só dissolvendo o  "eu"  à base  suprema compreensão  e  santidade,  e  fabricando  Alma  e  Espírito,  podemos  nos  libertar  desta trágica roda da fatalidade. Este é um círculo vicioso horrível, esta é a roda do Samsara.


A REGIÃO MOLECULAR

A  lenda de  Zoroastro diz:  "Todo  aquele  cujas  boas  obras  excedam  em três  gramas  a seu pecado, vai ao céu; todo aquele cujo pecado é maior, ao inferno; em tanto que aquele no que ambos sejam iguais, permanece no Hamistikan até o corpo futuro ou ressurreição".

A região molecular é a região do Paraíso. Aqueles seres que sofreram muito na vida e que  foram  relativamente  muito  bons  em  vida,  submergem-se  na  felicidade  do  mundo molecular  antes  de  voltar  a  tomar  um  novo  corpo  físico.  As  regiões  moleculares  estão saturadas de felicidade. As essências humanas, em ausência do "eu" pluralizado, gozam nessas regiões inefáveis.

Os  Egos  dessas  Essências,  quer  dizer,  os  "eus",  permanecem,  enquanto  isso,  na soleira  do  mistério  aguardando  o  novo  retorno.  Em  ausência  do  "eu",  as  essências  se desenvolvem  felizes  no  Paraíso.  Esses  seres  usam  corpo  molecular.  Quem  possui  o Astral  Cristo  resplandece de  glória  e  é ainda  mais feliz  no Paraíso.  Dito  corpo  só  reside em estado germinal dentro de sua semente sexual. Mas germina, nasce quando o iniciado conhece os mistérios do sexo. O Astral Cristo é um corpo maravilhoso. As pessoas que possuem esse corpo são verdadeiramente imortais, pois, jamais perdem a Consciência.

O  Paraíso,  por  ser  molecular,  penetra  e  compenetra  toda  a  atmosfera  terrestre, estando relacionado muito especificamente com a Ionosfera que se encontra a sessenta milhas  acima  da  superfície  terrestre.  Essa  região  é  especialmente  muito  pura.  Os astronautas, ainda quando viajam por esta zona, jamais poderão descobrir o Paraíso com os  sentidos  físicos.  Só  com  o  sentido  espacial  podemos  ver  o  Paraíso.  O  Movimento Gnóstico ensina diversas técnicas científicas para abrir o sentido espacial.

A região molecular tem distintos países inefáveis. Estes são os planos e subplanos de que falam Teósofos e Rosacruzes. Nessas regiões de ditas sem limites, vivem ditosos os desencarnados  até  que  seu  tempo  se  esgote.  O  amanhecer,  o  dia,  a  tarde  e  a  noite;  a infância,  a  adolescência,  a  maturidade  e  a  senilidade  governam  todo  o  cosmos,  e  até aqueles  que  desencarnam  estão  submetidos  a  esta  lei.  Em  seu  tempo,  esses  seres ditosos têm que voltar para retornar.

Tudo  o  que  vêem  os  desencarnados  está  dentro  de  sua  própria  mente.  Os  estados devakánicos  de  que  falam  os  livros  teosóficos  e  Rosacruzes,  assim  o  asseguram.  O estado de inconsciência em que caem os desencarnados sob o choque eletrônico é algo muito lamentável porque, ainda quando estes gozam com a dita das regiões moleculares, não estão suficientemente conscientes como o seria um Adepto da Loja Branca. Só quem tem adquirida a Alma vive consciente nas Regiões Superiores do Universo.

Os desencarnados comuns projetam, na atmosfera molecular, seus próprios desejos e aspirações  e  sonham  com  eles  vivendo  em  perfeita  felicidade.  Os  Adeptos  não  sonham porque despertaram a consciência e vivem dedicados nesta região a trabalhar, de acordo
com  as  grandes  Leis  Cósmicas  no  laboratório  da  Natureza.  Isto  não  significa  que  os desencarnados não gozem com a paisagem ou as paisagens no Paraíso. Naturalmente, eles são imensamente felizes com seu ambiente de felicidade.

O  "Livro  Egípcio  dos  Mortos"  e  o  livro  "A  Arte  de  Morrer"  dos  tempos  médios  nos ensinam  a  preparação  para  a  morte.  Os  homens  dedicados  unicamente  às  coisas materiais  não  terão  a  dita  de  experimentar  a  felicidade  do  Mundo  Eletrônico,  devido  ao estado  de  inconsciência  em  que  caem.  Quando  essas  pessoas  vivem  no  Mundo Molecular, passam ali suas férias sonhando, bebem na fonte do esquecimento e sonham deliciosamente. O corpo molecular é microscópico e telescópico ao mesmo tempo. Com esse corpo, podemos ver o imensamente pequeno e o imensamente grande. No Paraíso, os desencarnados participam da natureza íntima de todo o criado, penetrando no coração de todo o existente. É melhor conhecer as coisas por penetração, em vez de conhecer por percepção externa. A vida no Paraíso seria melhor se o desencarnado não projetasse no mundo  molecular  seu  próprio  cenário.  Ali,  cada  qual  projeta,  na  atmosfera,  imagens  de sua própria mente.


O MUNDO ELETRÔNICO

O Mundo Eletrônico é o mundo Solar da luz, o mundo do Espírito. Quem tem Espírito, quem possui um corpo eletrônico, exerce poder sobre os mundos molecular, celular e mineral. Quem possui corpo eletrônico, está em condições de ajudar seus  discípulos  a  criar  suas  próprias  Almas.  Todo  verdadeiro  instrutor  ensina  seus discípulos  a  criar  Alma. Todo  homem  com Alma é  um  verdadeiro  reformador.  O  homem com Alma pode ajudar seus discípulos lhes ensinando a teoria da aquisição de sua Alma.

Mas, só um homem que tenha um corpo eletrônico poderá trabalhar com esses embriões de  Almas  na  mesma  forma  que  um  homem  com  corpo  celular  pode  trabalhar  com  os minerais da terra.

Exageraram  certas  afirmações  que  dizem  que  o  ser  humano  tem  Alma  e  Espírito. Realmente,  dentro  da  essência  humana,  existe  uma  fração  do  Ser  Causal,  mas,  essa fração só é a matéria prima que a vida nos deu para fabricar Alma.

Quem fabrica Alma se funde com a Grande Alma Universal. Quem fabrica Espírito se une com o Espírito Universal de Vida. "Porque a qualquer que tiver, lhe será dado e terá mais; e ao que não tiver ainda o que tem lhe será tirado". "E o servo inútil será jogado nas trevas de fora. Ali haverá choro e ranger de dentes". (Mateus 25,29-30)

Dita  essência  humana  no  Mundo  Eletrônico,  depois  da  morte,  é  muito  passageira porque o  ser  humano  não  está  ainda  preparado  para  viver  continuamente  nessa  região solar.

Existem  escolas  para  a  criação  de  Alma  e  também  existem  escolas  de  regeneração sexual para a criação do Espírito. A Escola Gnóstica Rosacruz é templo e escola de uma vez.  O  Movimento  Gnóstico  está  intimamente  unido  à  autêntica  e  legítima  escola Rosacruz,  que  só  existe  nos  mundos  superiores.  Nosso  Movimento  Gnóstico  Cristão Universal  ensina  o  caminho  real  da  Regeneração.  Nossa  Escola  ensina  a  criar  Alma  e Espírito. Nosso Movimento está iniciando a Nova Era Aquária entre o augusto trovejar do pensamento.

No  Mundo  Eletrônico,  somos  Luz  e  vivemos  em  todas  as  coisas.  Ali,  vivenciamos tremendamente  a  realidade  da  Unidade  da  vida.  Os  corpos  eletrônicos  se  movem livremente com a Grande Luz no Espaço Divinal. A consciência humana, vestida com seu corpo eletrônico, inclui, dentro de si mesmo, a vida e a consciência de todos os seres do Universo. Isto é o Ioga, a união com Deus. 

Todo aquele que adquire Espírito tem que viver o Drama do Cristo Interno. Em sua vida prática,  em  seu  lar,  em  seu  povo,  entre  suas  pessoas.  Este  é  um  drama  cósmico  que existe  desde  antes  da  vinda  de  Jesus.  A  essência  do  drama,  seu  evento  principal,  é  a morte do Iniciado e sua entrega suprema ao Pai. Este acontecimento acontece entre raios, trovões e grandes terremotos.

A transfiguração do personagem principal ao mundo eletrônico, a aquisição de Espírito, é algo grandioso e terrivelmente divino. Nesses instantes, a força eletrônica se desloca e a  fratura  vertical,  através  de  todos  os  planos  de  consciência  cósmica,  abrem,  por  um momento, os mundos internos à percepção ordinária do homem da rua, comum. Então, se produzem todas as coisas maravilhosas que narram os Evangelhos quando Jesus expirou na Cruz. Treme a terra, abrem-se os sepulcros, ressuscitam os Santos e todos exclamam: Verdadeiramente, este é o Filho de Deus!

BIBLIOGRAFIA

V. M. Samael Aun Weor:  El Libro de los Muertos.
V.  M.  Samael  Aun  Weor:  Logos,  Mantra  e  Teurgia  Tratado  Esotérico  de  Teurgia.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012

O QUE CONTINUA APÓS A MORTE


Duas coisas vão ao sepulcro: a primeira é o corpo físico, a segunda é a personalidade humana.  Esta  última,  como  já  dissemos,  forma-se  durante  os  primeiros  sete  anos  da infância, e se robustece com as experiências. Às vezes, a personalidade perambula pelo cemitério; outras vezes, sai de seu sepulcro quando seus entes queridos a visitam e lhe levam flores. Mas, pouco a pouco, a personalidade vai se desintegrando. A personalidade é energética e atômica. A personalidade é perecível. Não existe nenhum amanhã para a personalidade do defunto, ela é mortal. 

A personalidade não reencarna. A personalidade é filha de seu tempo e morre em seu tempo. Aquela que continua é a essência, quer dizer, o fantasma do morto. Dentro de dito fantasma, se desenvolve o Ego reencarnante, o "eu", o mim mesmo. Este último é legião de diabos que continuam. É falso nos dividir entre dois “eus”, um de tipo inferior e outro de tipo superior. O "eu" é legião de diabos, que se desenvolvem dentro de nós mesmos, isso é tudo. 

Muito se fala na literatura ocultista de um "eu" superior, de um "eu" divino, mas, resulta que esse "eu" superior não é tal "eu". A Seidade Divina transcende qualquer apologia ao eu. Aquilo que não tem nome profano é o Ser, o Eterno. 

A essência é molecular; a essência, o fantasma do morto, vive normalmente no mundo molecular. Assim, ao morrer, saímos do mundo celular e entramos no mundo molecular. 

Neste mundo, usamos um corpo molecular. O "Livro Tibetano dos Mortos" diz textualmente o seguinte: "Oh, nobre por nascimento... seu corpo presente, sendo um corpo de desejos... não é um corpo de matéria grosseira, assim  agora  você  tem  o  poder  de  atravessar  qualquer  massa  de  rochas,  colinas, penhascos, terra, casas, e mesmo o Monte Meru, sem encontrar obstáculo... Está agora provido  do  poder  das ações milagrosas  que,  porém,  não é  o fruto de  nenhum  Samadhi, mas, sim, do poder que vem a ti naturalmente... Você pode, instantaneamente, chegar a qualquer  lugar  que  deseje;  tem  o  poder  de  chegar  ali  no  tempo  em  que  um  homem demoraria para abrir ou fechar a mão. Estes vários poderes de ilusão e de mudança de forma, não os desejem, não os desejem". 

BIBLIOGRAFIA

V. M. Samael Aun Weor:  El Libro de los Muertos.
V.  M.  Samael  Aun  Weor:  Logos,  Mantra  e  Teurgia  Tratado  Esotérico  de  Teurgia.
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quinta-feira, 17 de maio de 2012

OS MISTÉRIOS DA VIDA E DA MORTE - A MORTE


A MORTE 

Durante  o  curso  da  existência,  diferentes  tipos  de  energia  fluem  pelo  organismo humano. Cada tipo de energia tem seu próprio sistema de ação; cada tipo de energia se manifesta em seu tempo. Aos quatro meses e meio da concepção, se manifesta a força motriz  e  muscular.  Isto  está  relacionado  com  o  nascimento  da  função  respiratória  e pulmonar.  Aos  dez  meses  e  meio,  o  crescimento,  com  todos  seus  maravilhosos metabolismos e os tecidos conjuntivos. Entre os dois e os três anos do menino, fecha-se a  moleira  frontal  dos  recém-nascidos,  ficando,  de  fato,  o  sistema  cérebro-espinhal perfeitamente formado. 

Durante os sete primeiros anos, forma-se a personalidade humana. Aos quatorze anos, aparece a energia pessoal, fluindo avassaladoramente pelo sistema neuro-simpático. Aos trinta e cinco anos, aparece o sexo em sua forma transcendental de emoção criadora. É quando se chega a esta idade que podemos fabricar isso que se chama Alma. O homem normal não tem Alma, melhor dizendo, ainda não é homem nem tem Alma. O  animal  intelectual, falsamente  chamado homem normal,  é uma máquina  controlada pela legião do "eu"; este é pluralizado. "Devo ler um livro", diz a função intelectual; "vou a um jogo de futebol", diz a função motriz; "tenho fome, não irei a nenhuma parte", declara a digestão; "prefiro ir aonde esteja uma mulher", declara o "eu" passional, etc., etc. Todos estes "eus" brigam entre si. O "eu" que hoje jura fidelidade à Gnosis é deslocado por outro que  odeia  a  Gnosis. O  "eu"  que  hoje  adora  a  uma mulher  é  deslocado  depois por  outro que  a  aborrece.  Só  fabricando  Alma  estabelecemos  um  princípio  permanente  de Consciência  dentro  de  nós  mesmos.  Aquele  que  tem  Alma  vive  consciente  depois  da morte. A Alma pode ser criada com a acumulação de energias mais sutis que o organismo produz.  Sua  cristalização  se  dá  através  de  supremos  esforços  para  fazer-se autoconsciente  em  forma  total  e  definitiva.  Desgraçadamente,  o  animal  intelectual chamado  homem,  gasta  torpemente  estas  energias  em  apetências,  temores,  ira,  ódio, inveja, paixões, ciúmes etc., etc. É  urgente  criar  a  vontade  consciente;  é  indispensável  submeter  todos  os  nossos pensamentos e atos ao Julgamento Interno. Só assim podemos criar isso que se chama Alma. Precisamos nos autoconhecer profundamente para criar Alma. 


 O RAIO DA MORTE 

O  Raio  da  Morte  reduz  o  chamado  homem a  uma  simples  essência  molecular, assim como uma tonelada de flores pode reduzir-se a uma simples gota de perfume essencial. A energia  da  morte,  por  ser  tão  forte,  destrói  totalmente  o  organismo  humano.  É  uma corrente  de  tamanha  alta  voltagem,  que,  inevitavelmente,  destrói  o  organismo  humano quando  chega  a  circular  por  este.  Assim  como  um  raio  pode  despedaçar  uma  árvore, assim também o Raio da Morte reduz a cinzas o corpo humano; é o único tipo de energia que o organismo não pode resistir. Este raio conecta a morte com a concepção; os dois extremos  se  tocam.  Quando  a  essência  se  desprende  do  velho  corpo,  sob  o  impacto terrível  do  Raio  da  Morte,  produz-se  uma  tensão  elétrica  tremenda,  semelhante  a  uma nota  chave,  cujo  resultado  axiomático  é  o  movimento  e  combinação  dos  genes determinantes  do  futuro  corpo  físico.  Assim  é  como  os  sutis  constituintes  do  ovo fecundado  acomodam-se  em  disposição  correspondente,  tendo  como  base  a  tensão elétrica e a nota chave da morte. 

 

BIBLIOGRAFIA

V. M. Samael Aun Weor:  El Libro de los Muertos.
V.  M.  Samael  Aun  Weor:  Logos,  Mantra  e  Teurgia  Tratado  Esotérico  de  Teurgia.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Alcoolismo e a Morte

A MORTE


"Com a morte finda toda a intoxicação alcoólica. A defunção pode vir por úlcera, hepatite, cirrose hepática ou, em geral, qualquer enfermidade do fígado, do estômago etc.
Clinicamente, pôde-se comprovar que os alcoólatras que vivem mais são aqueles que comem enquanto bebem e os que vivem menos são aqueles que só bebem e não comem nada. A morte do alcoólatra é horrível. Nas clínicas e hospitais, eles ficam muito nervosos pela falta de bebida: clamam, gritam, exigem a garrafa de álcool, num desespero espantoso. Alguns morrem vomitando sangue, outros, com terríveis diarréias sanguinolentas."

Para saber mais: V. M. Samael Aun Weor: Introdução à Gnose.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dia dos Mortos no México

No México, há muito respeito pela morte que é um processo pelo qual todo mundo um dia vai passar. Turistas que visitam o México dizem que os mexicanos fazem graça da morte pelas figuras e imagens que eles utilizam fazendo referência a morte. 

Mas tudo não passa de uma ilustração a uma tradição muito antiga, que remonta aos tempos pré-hispânicos, oriundas dos astecas e suas tradições religiosas. 

A tradição consta que a grande maioria dos mortos eram de Mictlan, que é o mundo dos mortos ou inferno, governado pelo deus e sua esposa Mictlantecutli Mictecacihuatl. E cada morto dependendo da forma que conduziu a sua vida, ou forma da qual foi morto se encontrava em um lugar diferente após a morte.

No Dia dos Mortos eles fazem oferendas ao falecido na véspera e levam para o seu túmulo os pratos que eles gostavam, bebidas favoritas e música de sua preferência.

Abaixo algumas imagens que foram colocados na Plaza e Avenida Juarez, Guadalajara, Jalisco, México.

Estas extraordinárias obras de arte foram uma exposição chamada "o Caminho das Catrinas". É uma expressão extraordinária da arte e da tradição. Infelizmente, alguns vândalos, inconsciente e inimigos das tradições queimaram algumas dessas obras de arte, outros foram decapitados, mostrando ignorância e um protesto com as tradições mexicanas. 

 
O "Panchita Latosa" 
142 Francisco Javier Mujica urbana Guadalajara
"O Puppeteer" 
Urban Escola 154 Tómas Escobedo. Guadalajara
"Florentina" Technical High School de Guadalajara 
José Guadalupe Covarrubias

Catrina sab

"Lady of Mystery"
 Livros didáticos federais
 prédio Oficina artística Zapopán

"Rainha do Milho" 
Corn técnica 
López Fofoca Zapopan jardim de infância

""Agavina" 
Claudia Mercado Sánchez e alunos do 9.Semestre 
Design Gráfico  Universidade Autônoma de Guadalajara

"Popotitos" 
Escola 571 - Guadalajara

"Ontem e Hoje" 
Beatriz Hernandez 
Estágio Guadalajara

Catrina usando bandanas vermelhas

"Chantilla" 
Universidade Autônoma de Guadalajara

"Alebrije" 
Universidade Autônoma de Guadalajara

           "Chavela" 
técnica Estuque 793 escolas urbanas Amelia Villasenor Villasenor - Guadalajara


    Elegante Catrina 

"Vicenta o Pelona" 
Federal Technical High Zapopan Jalisco 13

 Catrina fumante

"Tomas - A" 
Bottle cap arte Urbana 45
 Laura Apodaca Guadalajara

  
"Viver em um mito ou realidade" 
Urban Escola Encarnación Rosas 106 - Guadalajara

Fonte: Gabriel Muñoz